ESPANHA: Em Valência milhares de voluntários de todo o país ainda ajudam a limpar as ruas e casas durante 12 dias após as inundações.

Em algumas cidades a água atingiu mais de 3 metros de altura.

Há muitas mortes, muitos contestam o número oficial de vítimas, alegando que o governo esconde um número muito superior.

Nos primeiros 3 dias após a catástrofe, a população não recebeu qualquer ajuda das autoridades; ainda hoje há muitos bairros que as equipes de resgate não conseguiram chegar.

Limpeza, comida, água, remédios - tudo é fornecido por cidadãos comuns, e não por agências de emergência.

Na noite deste sábado, enquanto os patriotas espanhóis estavam limpando as ruas e as casas os independentistas, comunistas e socialistas estavam tentando incendiar a prefeitura de Valência.

O protesto organizado pelos radicais se transformou em violência. Os militantes encheram o centro de Valência, exigindo a demissão do líder do governo regional de centro-direita Carlos Mazon, gritando o slogan “Assassinos!”.

Critica-se a lentidão das autoridades no envio do alerta de cheias e no envio das forças de segurança, deixando inicialmente a tarefa de gestão da catástrofe nas mãos de voluntários, com pouca coordenação e eficácia por parte dos órgãos governamentais espanhóis.

Pedro Sanchez está sendo acusado de ordenar essas manifestações violentas para manipular a opinião pública, a extrema esquerda de Sanchez dirá que essas manifestações foram feitas pela “ultra-direita”.

Para os socialistas, os afetados pelas enchentes não têm a menor importância, o importante é usar da catástrofe para iniciar uma revolução para conquistar o poder.

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Source: x.com/karinamichelin/status/1855578442814664983

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