Todo ditador tem essa mesma fantasia, essa mesma mania.
Imagina ser um herói, um salvador de alguma coisa grandiosa.
E para isso atropela e ignora todos os limites que a sociedade estabeleceu através das leis em vigor.
Todo ditador faz de conta que esses limites não lhe servem.
Fica feliz ao ser iludido com o apoio de seus colegas.
Acredita que os idiotas úteis à sua volta lhe dão razão.
Ignora quão nocivos são os bajuladores e os interesseiros.
Delira com suposições de que a história lhe será generosa.
Agradece as homenagens fingindo humildade e altivez.
Ao perder a autocrítica e ficar isolado em sua bolha, longe do mundo real, o ditador acredita que não cometeu crime algum.
O ditador ignora seus próprios vícios e preconceitos, generalizando seus alvos e agredindo-os com sua pretensa e falsa superioridade, grandeza, sabedoria.
O resultado é o que vemos.
Alexandre de Moraes rasgou a lei, roubou dinheiro de suas vítimas, perseguiu, difamou, censurou, prendeu, torturou, matou.
Sobrecarregou o estado brasileiro com decisões criminosas e ilegais.
E ainda assim deixa o TSE de cabeça erguida, repleto de soberba, acreditando ter salvo a democracia.
Alexandre, na realidade, foi apenas um idiota útil de um sistema opressor que o jogará no lixo.