REFUTAÇÃO ÀS SHITCOINS - texto completo

.- A história das shitcoins: A história das shitcoins não começa com um hard fork como Litecoin, não começa com um aspirante a revolucionário fazendo mudanças no protocolo... A primeira vez que usaram o termo shitcoin foi no fórum bitcointalk, que pra quem não sabe foi um fórum criado pelo próprio Satoshi Nakamoto, e a proposta desse fórum era no princípio conversar única e exclusivamente diversos assuntos variados à cerca do Bitcoin. Em 2010 um usuário chamado ribuck publicou o seguinte: Se o bitcoin realmente der certo eu posso ver um monte de imitações de ficar rico fácil vindo à tona: gitcoin, nitcoin, witcoin, titcoin, shitcoin... Alguns deles com certeza vão atrair usuários com promessas como "Por que usar Bitcoin, onde você só pode gerar 50 bitcoin a cada alguns meses? Invés disso use a shitcoin, e você ganhará 51 shitcoins a cada 2 minutos".

Nesse post além de usar pela primeira vez a palavra shitcoin ele literalmente previu grande parte dos discursos dos shitcoinheiros de hoje em dia, literalmente 15 anos depois. Isso é surpreendente.

As shitcoins tem uma historiografia que pode ser definida por um período pré-Guerra dos Blocos, aonde as moedas focavam em ser inovações variantes do Bitcoin, e pós-Guerra dos Blocos, aonde a realidade das shitcoins decai ao nível de golpes através de Engenharia Social. Foi na Guerra dos Blocos que surgiu a narrativa que Bitcoin era supostamente lento e caro, e com essa narrativa milhares de golpistas venderam diferentes shitcoins de solução. No entanto, os bitcoiners raízes fazem um "strike back", um contra-ataque, que é abraçar o termo maximalista de Bitcoin e levarem isso até o nível tóxico. Quem usou pela primeira vez o termo maximalista foi de forma pejorativa e foi o Vitalik Buterin. Os maximalistas adoraram esse termo e orgulhosamente o tem até hoje em suas bios do Twitter.

.- Como eu citei a Guerra dos Blocos, só relembrando aqui, ela foi um período de dois anos de amplas discussões na comunidade bitcoiner, onde se haviam dois lados: os small blockers, aque acreditavam que o bloco do bitcoin deveria se permanecer pequeno e escalar através de op_codes e segunda camada; e havia os big blockers, que acreditam que o tamanho do bloco do bitcoin deveria ser o mais alto possível. Graças a Deus os ganhadores dessa guerra foram os small blockers, o Bitcoin hoje não tem blocos grandes graças a eles, e eu posso dizer que graças aos small blockers o Bitcoin permanece descentralizado, já que os blocos grandes abririam mão da mais importante camada de descentralização que eu vou falar logo mais.

Foi durante a guerra dos blocos, que um tipo de narrativa anti-bitcoiner foi se desenvolvendo. Unicamente pelo lado dos big blockers, começou a se espalhar FUD (medo, incerteza e dúvida) a cerca do Bitcoin, que ele era lento, caro etc. Os small blockers respondiam que isso podia ser consertado com segundas camadas, mas nada impediu esse FUD de penetrar a mente das pessoas mais leigas no mercado. Com esse fud espalhado eles convocaram a comunidade à participar de projetos das chamadas shitcoins ou reinvindicar mudanças no Bitcoin. Esse lado que mudou para shitcoins adotou o Bitcoin Cash, Litecoin, Ethereum, Doge e muitas outras que surgiram na época. No outro lado, os small blockers permaneceram firmes em suas escolhas e hoje eles são o que conhecemos por maximalistas.

1.- O que é shitcoin?

Definição de John Carvalho -> Shitcoin significa "shittier than bitcoin", ou tudo aquilo que é pior que o Bitcoin.

Ele fez essa definição em um post no Twitter o qual eu achei perfeito, ele resume praticamente tudo o que eu falarei aqui.

No mesmo post o John Carvalho diz que o Bitcoin está no topo do espectro de segurança e resistência à censura, mas isso o faz um pouco mais custoso de se transacionar. Incapazes de competir com essas qualidades, shitcoins restam competir alavancando a centralização de diversas formas, as quais todas incluem riscos adicionais e volatilidade.

Suas taxas mais baixas, inflação mais alta, reinvindicações absurdas e volatilidade apelam às classes mais baixas da mesma forma de cupons de desconto e remédios milagrosos.

Isso também atrai as piores pessoas como divulgadores de shitcoins, procurando roubar as posições das mais jovens e pobres classes.

Esse é o por que a área das criptos é tão shit, tão bosta, porque tem mais risco, menos segurança, mais mentiras, mais ignorância e mais predação.

Ou seja, resumindo, shitcoins são moedas piores que o Bitcoin, e elas incluem mais volatilidade, mais mentiras (mentiras essas que se dão majoritariamente por meio da engenharia social que já falarei um pouco mais dela aqui), riscos adicionais e, principalmente, menos descentralização.

2.- A importância da descentralização

Se a gente for imaginar um espectro de descentralização e centralização, Bitcoin estará no extremo ponto de descentralização e o dólar e moedas fiduciárias estarão no extremo oposto ponto de centralização. E, ainda nesse mesmo espectro, nós poderemos imaginar as shitcoins no meio, mais perto do lado aonde está o dólar e as moedas fiduciárias.

Mas por que, Walter, é tão importante a descentralização? Muito simples responder isso: Porque se o dólar ou real é a definição da moeda mais centralizada o possível, tendo nisso uma inflação altíssima todos os anos e a perca da soberania monetária dos indivíduos, ao mesmo tempo que financiam agendas satânicas, é imperativo moral estar do lado do extremo oposto desse espectro, que é o Bitcoin. Bitcoin é a única forma de descentralizar totalmente o seu dinheiro. Todas as shitcoins tem um pézinho ainda na centralização, enquanto Bitcoin é a única moeda que mergulhou totalmente no mar de descentralização.

3.- Como as shitcoins são centralizadas?

Primeiro, vamos definir a descentralização. Existem diversas formas de descentralização que uma moeda pode ter, ela pode ter mais de um determinado aspecto e menos de outro. No entanto, Bitcoin é a moeda que mais se equilibra de forma positiva nesses aspectos. Primeiro, e a mais importante, é a descentralização de node runners. Pessoas que rodam seu próprio node. Isso é importante porque esses indivíduos são mais soberanos, asseguram a rede com segurança adicional, e mais importante que isso é a capacidade do usuário comum rodar seu próprio node. No Bitcoin é muito fácil um usuário comum rodar seu próprio node. Ele pode pegar um notebook antigo com um HD de 1 TB por exemplo, e já consegue rodar por muito tempo um node sem precisar trocar o HD. Agora, experimenta rodar um node da Ethereum, por exemplo. É impossível fazer isso sem gastar uma grana pesada. É importante notar que só com esse aspecto de descentralização os big blockers, shitcoinheiros da Bcash e de outras shitcoins já são refutados. Se o aspecto mais importante da descentralização são os node runners e sua quantidade, e a possibilidade do usuário comum rodar seu próprio node, então as shitcoins que carecem desse aspecto já estão mais próximas do dólar no espectro do que do próprio Bitcoin, que é o suprassumo de descentralização. No atual momento o Bitcoin tem quase 22 mil nodes públicos, sem contar os privados.

Próximo aspecto de descentralização é o desenvolvimento do protocolo. Atualmente, no GitHub, o protocolo do Bitcoin já conta com mais de 1000 programadores. Mais de 1000 pessoas que analisam e contribuem para o código do Bitcoin. Além da segurança garantida por termos 1000 pessoas olhando o código constantemente, temos também o benefício de Satoshi ter desaparecido e não mais exercer influência sobre o desenvolvimento do protocolo. O que eu quero dizer é que o Bitcoin, após o advento do Satoshi ter sumido, se tornou inteiramente da comunidade, e não existe mais no Bitcoin uma pessoa que influencia grandemente as mudanças feitas no protocolo. Podemos dizer que Satoshi Nakamoto exercia uma certa influência grande sobre o desenvolvimento, até mesmo por causa do respeito e reputação que ele tinha. Mas agora isso não existe mais. Não existe mais uma grande influência no mundo do desenvolvimento do Bitcoin. Você poderia citar Peter Todd, Luke Dash jr, mas sua influência comparada com a influência que os próprios criadores tem sob seu protocolo é basicamente nula. Você poderia dizer, assim como diz no livro The Blocksize War de Jonathan Bier, que Mike Hearn e Gavin após Satoshi exerceram o papel ou substituiram a influência equivalente de Satoshi, mas esses dois já saíram do desenvolvimento do Bitcoin tornando a descentralização de desenvolvimento de protocolo do Bitcoin basicamente a única tão descentralizada.

Vamos lá, próximo aspecto de descentralização é a mineração. Se a mineração ocorre de forma descentralizada, ótimo. Se não, é só mais uma fiat que você está holdando. Esse aspecto é importante discutir porque muita gente adverte que nesse aspecto o Bitcoin peca, mas o Bitcoin só peca nesse aspecto se levarmos em consideração o que os críticos tem de visão sob descentralização, o que muitas vezes é um conceito deturpado e influenciado por engenharia social para divulgar uma outra shitcoin. A descentralização da mineração do Bitcoin funciona perfeitamente, e digo até mesmo que a mineração do Bitcoin é a mais descentralizada de todos os protocolos. Isso se deve a quantidade de mineradores. Quem usa um conceito deturpado de descentralização vai criticar a concentração das pools na mineração do Bitcoin, mas é importante salientar que pool e mineradores são entidades diferentes com interesses diferentes. Se uma pool tentar algo de errado os mineradores podem, com uma linha de código, mudar de pool. E mesmo se a concentração das pools fosse um problema, esse problema está sendo resolvido com mineração solo através daquelas maquininhas Bitaxe e a atualização do Stratum V1 para o Stratum V2.

4.- O Bitcoin tem um problema de escalabilidade?

Bom, existem diversos artigos, vários artigos mesmo, que apontam que supostamente o Bitcoin tem um problema de escalabilidade. Eles usam o fato dos blocos estarem ocasionalmente cheios e as altas nas taxas para defender essa tese. E eles divulgam algumas BIPs que são mudanças no código para resolver esse problema. Eu sou contra essas BIPs? Não, algumas eu acho que seriam interessantes até se adotadas. Algumas precisam ser adotadas pela própria sobrevivência do Bitcoin, como a BIP-360. Conhecem a BIP-360? É uma BIP que torna o Bitcoin resistente à computação quântica, a qual impossibilita descobrirem uma chave privada através de uma chave pública. Tem a BIP-119 que é o CTV que facilitaria e melhoraria a Lightning, eu sei que o Hugo não gosta mas tem a BIP-300 que são as drivechains, que na minha opinião são inevitáveis. Enfim, se o Bitcoin ter realmente um problema de escalabilidade, temos multiplas soluções para um só problema, e esse é o benefício de um sistema verdadeiramente descentralizado. E se um problema tem multiplas soluções, ele não é preocupável.

5.- Engenharia Social das Shitcoins

Tem um livro muito bom, que ele ensina o básico do básico para quem quer aprender sobre engenharia social, o nome dele é A Arte de Enganar, de Kevin Mitnick. Mitnick foi um hacker e ele conseguia invadir sistemas e roubar pessoas somente usando da sua famosa lábia e retórica. Esse livro eu acho que é leitura obrigatória nas escolas de formação shitcoinheira, porque muitas das tecnicas utilizadas nesse livro eu vejo sendo aplicadas por aí pelos shitcoinheiros. Eu vou falar alguma dessas técnicas e dizer como os shitcoinheiros usam. Mas antes, Engenharia Social é a arte de estudar e manipular as pessoas à agirem de uma forma que tu deseja.

Pretexto (Pretexting) é uma técnica que envolve a criação de uma identidade falsa ou um cenário convincente para enganar a vítima. Como os shitcoinheiros fazem isso? Nesse cenário convincente criados eles colocam a shitcoin deles sendo a suposta solução para um problema que nem é tão problema assim. Muitas das vezes eles inventam um problema, por exemplo, aquela shitcoin lá do Bittorrent, pra mim é uma grande porcaria que não resolve nada. Eu uso Torrent mas pra mim aquela moeda é lixo inútil. Ela supostamente está resolvendo um problema que não existe. E Steve Jobs falava isso, pra você vender a solução você pode criar um problema, e os shitcoinheiros sabem fazer isso com perfeição. A lábia é o forte deles.

Phishing é simples de entender. Eles enviam um e-mail ou mensagem se passando por alguém ou por uma empresa com o intuito de lhe roubar. Não sei vocês mas no meu email na caixa de spam está cheio de supostas vendas de NFT que estão lá pra eu resgatar. E olha que eu nem tenho NFT e nem coloquei nada pra venda, mas tá lá um email avisando que vendi com sucesso uma imagem de macaco.

Baiting (Isca) é o seguinte, eles usam um objeto tentador para a vítima pega-lo de propósito. Exemplo muito conhecido é um pendrive infectado. Como os shitcoinheiros se apropiaram desse método? Eles criam a narrativa de uma moeda que pode te deixar rico, um protocolo que pode fazer coisas nunca vistas antes, algo inovador que resolve trilhares de problemas... Daí quando você compra essa moeda o golpista vai lá e vende em cima de você. Muitos influencers que divulgam shitcoins por aí fazem literalmente esse mesmo método.

Como identificar engenharia social? Como dito, os shitcoiners primitivos usaram de engenharia social pra espalhar FUD pra comunidade. Até hoje eles fazem isso, mas agora adotam novos projetos como as shitcoins Kaspa e Nano, mas já adotaram muitos outros projetos que já faliram e esquecemos ao longo do tempo. Pra identificar um shitcoiner usando engenharia social é muito simples: primeiro ele vai tentar te convencer que o Bitcoin tem um problema. Depois, ele vai vender a shitcoin dele como solução.

6.- Importância do Maximalismo

Por que alguém se torna maximalista de Bitcoin? Porque a única alternativa a ser maximalista de Bitcoin é ser golpista e divulgar golpes. Ah, mas Walter, todo usuário de shitcoin é golpista? TODO usuário de shitcoin avança uma premissa de um novo protocolo melhor que o Bitcoin no intuito único e exclusivamente de adquirir mais capital, e resumindo isso numa palavra, é ser golpista. Você está vendendo uma MENTIRA assim como provei aqui pra ganhar mais dinheiro. O que é isso além de um golpe? Ser maximalista de bitcoin é imperativo moral. Ah, mas Walter, você tá sendo muito radical. Irmão, a única alternativa ao Bitcoin sendo uma coisa tão desprezível quando moeda fiduciária ou golpes de engenharia social, o que tem de errado em virar 100% bitcoiner sem shitcoins?

As shitcoins são uma distração, todas, sem excessão, foram feitas com o intuito maléfico como golpes de engenharia social para seus donos acumularem mais Bitcoin. É isso.

Além disso tudo que falei, o Bitcoin tem algo único, além da descentralização, que nenhuma outra shitcoin tem. O Bitcoin tem uma comunidade com sede de inovação, adoção e desenvolvimento que o torna infalível. Bitcoin é um plano infalível porque já tem tantas pessoas trabalhando nele de tantas diferentes formas que é ilógico ele simplesmente parar de existir. Enquanto nas shitcoins as pessoas que supostamente trabalham nelas estão somente lá porque estão presas com o seu capital, esperando o preço subir o tanto que um dia já subiu no passado, mas que ultimamente é somente queda atrás de queda. Se o Bitcoin tem um problema, existem milhares de pessoas trabalhando em diversas diferentes soluções.

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