A Scientific American não é mais scientific, como dá para ver pela incapacidade dela de publicar algo honesto em questões em que o progressismo se opõe à honestidade. Mas é um erro claro que ela endosse mais uma vez um candidato à presidência dos EUA, como mostrou a Nature: o efeito sobre os eleitores do candidato endossado é nulo, mas os apoiadores do outro candidato perdem confiança nos cientistas e na ciência. Os ativistas progressistas travestidos de divulgadores de ciência precisam ser mais honestos: seu propósito é realmente aumentar confiança na ciência, ou é uma "solução final" de censura completa ou coisa pior aos apoiadores do populismo? Desconfio que a missão não declarada é esta última.
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