Pioramos formas de viver, melhoramos formas de matar

Nos divertirmos em frente à TV

Vendo quem a gente não gosta sangrar

Estimulados a nos odiar, acostumados a nos vigiar

Como parasitas sugando a vida

Não vejo saída, me sinto sem ar

Sem liberdade pra falar ou pensar

Já que a verdade aqui é relativa

Experimenta ousar duvidar

O Estado te cala, te bate, te pisa

Lobotomiza, vende ilusão

Cultiva e cativa quem aceita um grilhão

E quem não concorda com a massa é tirado de louco, posto pra vilão

Destruimos nossa tradição

Ética e moral valem porra nenhuma

Normalizamos a destruição, pra extinção é que a gente ruma

Antes que eu suma, e nesse final

Nossos sucessores irão ter a sorte de serem inteligência artificial

Já que a nossa própria só cultiva a morte

Reply to this note

Please Login to reply.

Discussion

No replies yet.