Cansada até os ossos... Que estranha é a essência de nossas palavras, tão complexas e silentes, tecendo uma trama que oculta o abismo. A vida cotidiana, um teatro macabro onde a esperança anda a sombra da morte, em uma simbiose macabra. Como podemos, com nossos corpos frágeis, reconciliar a luz da existência com a escuridão inevitável que nos aguarda no final?
