Se não tem comida, nem a moeda do seu país vale nada.
A diferença é que Bitcoin é mundial. Quando você passa na fronteira, ele vale em outros países.
Entendeu?
Se não tem comida, nem a moeda do seu país vale nada.
A diferença é que Bitcoin é mundial. Quando você passa na fronteira, ele vale em outros países.
Entendeu?
Pra você chegar na fronteira vivo a economia não pode estar quebrada se não o caos social reina.
O que você chama de “economia quebrada” é na verdade o sistema fiduciário. Uma vez fui a um congresso de Dash na Venezuela, quando a “economia” estava “quebrada”. Os que confiaram em papéis coloridos comiam lixo nas ruas. Mas no congresso havia uma mesa cheia de comida, eu surpreso perguntei: como vocês conseguiram isso? Eles me responderam: aqui pelo preço certo, se consegue tudo.
Resumo da ópera. A “economia” pode “quebrar”, isso vai afetar somente quem confiou em dinheiro sem valor. Nesse momento o mercado mostra sua força, muitas vezes chamado de mercado negro. Alguém vai se arriscar pelas fronteiras para contrabandear aquilo que o capital deseja.
Mas fica aí, com seu fatalismo de “economia quebrada”…
Meu fatalismo? Olha a imagem postada de novo.
Sim, seu fatalismo. A imagem mostra uma verdade factual: quem tem capital acumulado em moeda sólida não se importa com a “economia do Brasil”, de Zimbábue ou do planeta Xuxa. O mercado é um processo que não tem como ser “quebrado”, ele só poderá cessar pela extinção de todos os seres humanos. O mercado responde ao capital acumulado, goste ou não…