Eu desejo que a justiça seja feita e acredito na proporcionalidade.
Se alguém fere a vida, a liberdade e a propriedade de outra, ela deve ser obrigada a idenizar em dobro o delito que cometeu, ainda que passe o resto da vida nesse processo e ainda assim não consiga restituir.
Se o criminoso é morto, geralmente não há quem possa restituir as vítimas, então só se amplia o problema... A não ser que a morte seja efeito de um ato imediato de legítima defesa, pois não tem muito pra onde ir.