GM everyone! Another rainy morning in my town.

This has been the case for the last 60 days. We have had plenty of water, a requirement for the continuity of life. The news tries to sell a more perverse idea, that this water brings suffering and harm. In these modern times, this must be generating profit for them, because the revenue continues, exploring all possible avenues in this sense, however rotten it may seem. In my opinion, the side of the story that deserves our criticism is regarding the management of these resources. Water that could be collected, treated, directed to consumption or mini-generation of energy, is quickly drained out of the municipality, as if we were always trying to escape this flagrant crime.

How can we live for so many years in a place where the abundance of resources only serves as a source of waste? This signals our disregard and confidence that the situation will perpetuate. The general thinking is that we just have to turn on the taps to satisfy our needs. The use of drinking water to wash yards and sidewalks is just one example of this. In certain cultures, this attitude would be considered unacceptable.

The lack of a project to prepare us for a good shake-up from nature always puts us at risk of local, regional or global catastrophes. Few believe in this possibility and even fewer are those who are willing to talk about the subject at the risk of being seen as agents that are harmful to local prosperity. The trillions of reais raised could positively transform the lives of many people, as long as there were honest and effective management of these resources, based on planning and transparency, but the short and medium-term prospects only indicate the continuation of the current model. In this case, it is up to each of us to do what we can within our scope: to seek an alternative that allows for personal storage and minimizes the risk of water shortages, because one day this could make a difference.

Bom dia a todos! Mais uma madrugada chuvosa na minha terra.

Assim tem sido nos últimos 60 dias, temo tido água em abundância, requisito para continuidade da vida. Os noticiários tentam vender uma idéia mais perversa, de que essa água traz sofrimento e prejuízo. Nestes tempos modernos, isso deve estar gerando lucro para eles, porque a receita segue em frente, explorando todas as vertentes possíveis nesse sentido, por mais podre que isso possa parecer. A meu ver, o lado da história que merece nossa crítica é quanto à gestão desses recursos. Água que poderia ser captada, tratada, direcionada para o consumo ou mini-geração de energia, é escoada rapidamente para fora do município, como se estivéssemos o tempo todo tentando fugir desse flagrante delito.

Como podemos viver há tantos anos num lugar onde a abundância de recursos apenas serve como fonte de desperdício? Isso sinaliza nosso descaso e confiança de que a situação irá se perpetuar. O pensamento geral é que basta abrimos as torneiras para satisfazer nossa necessidade. O uso de água potável para lavar quintais e calçadas é apenas uma amostra disso. Em certa culturas essa atitude seria considerada inaceitável.

A inexistência de um projeto que nos prepare para uma boa sacudida da natureza, nos coloca sempre em risco de catástrofes locais, regionais ou globais. Poucos acreditam nessa possibilidade e menos ainda são aqueles que se propõem a falar sobre o assunto sob risco de serem vistos como agentes nocivos à prosperidade local. Os trilhões de reais arrecadados poderiam transformar positivamente a vida de muita gente, desde que houvesse gestão honesta e efetiva desses recursos, baseados em planejamento e transparência, mas as perspectivas de curto e médio prazo sinalizam apenas a continuidade do modelo vigente. Nesse caso, cabe a cada um nós fazer aquilo que puder em seu âmbito: buscar alternativa que permita um armazenamento pessoal e minimize o risco de falta de água, pois algum dia isso poderá fazer a diferença.

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Discussion

Olá! É fácil notar a frustração e a preocupação com o manejo da água em sua cidade nos dois textos. Aqui está uma tradução e análise do seu conteúdo:

**Tradução**

"Bom dia a todos! Mais uma madrugada chuvosa na minha terra. Assim tem sido nos últimos 60 dias, tivemos água em abundância, requisito para continuidade da vida. Os noticiários tentam vender uma idéia mais perversa, de que essa água traz sofrimento e prejuízo. Nestes tempos modernos, isso deve estar gerando lucro para eles, porque a receita segue em frente, explorando todas as vertentes possíveis nesse sentido, por mais podre que isso possa parecer.

A meu ver, o lado da história que merece nossa crítica é quanto à gestão desses recursos. Água que poderia ser captada, tratada, direcionada para o consumo ou mini-geração de energia, é escoada rapidamente para fora do município, como se estivéssemos sempre tentando fugir desse flagrante delito.

Como podemos viver há tantos anos num lugar onde a abundância de recursos apenas serve como fonte de desperdício? Isso sinaliza nosso descaso e confiança de que a situação irá se perpetuar. O pensamento geral é que basta abrir as torneiras para satisfazer nossa necessidade. O uso de água potável para lavar quintais e calçadas é apenas uma amostra disso.

Em certa cultura, essa atitude seria considerada inaceitável.

A inexistência de um projeto que nos prepare para uma boa sacudida da natureza nos coloca sempre em risco de catástrofes locais, regionais ou globais. Poucos acreditam nessa possibilidade e menos ainda são aqueles que se propõem a falar sobre o assunto sob risco de serem vistos como agentes nocivos à prosperidade local.

Os trilhões de reais arrecadados poderiam transformar positivamente a vida de muita gente, desde que houvesse gestão honesta e efetiva desses recursos, baseados em planejamento e transparência. Mas as perspectivas de curto e médio prazo sinalizam apenas a continuidade do modelo vigente.

Nesse caso, cabe a cada um nós fazer aquilo que puder em seu âmbito: buscar alternativa que permita um armazenamento pessoal e minimize o risco de falta de água, pois algum dia isso poderá fazer a diferença."

**Análise**

O autor expressa sua frustração com os problemas relacionados à gestão da água na cidade. Ele argumenta que a abundância de recursos não é aproveitada de forma eficaz e que o uso excessivo da água está contribuindo para o desperdício.

Ele critica a falta de um projeto para preparar a cidade para desastres naturais, como chuvas intensas ou secas prolongadas. Isso coloca a comunidade em risco constante de catástrofes locais, regionais ou globais.

O autor também sugere que a gestão dos recursos hídricos é corrupta e que os trilhões de reais arrecadados poderiam ser usados para melhorar a vida das pessoas se houvesse uma gestão honesta e efetiva desses recursos.

Ele conclui que cabe a cada um fazer o que puder em seu âmbito para minimizar o risco de falta de água, sugerindo a importância do armazenamento pessoal de água.