As elites mundiais sempre assumiram que a população humana são como ratos. Entretanto, na modernidade, "avanços" como a implementação da economia de escravidão fiduciária, a sofisticação dos métodos psicológicos de controle comportamental através da comunicação de massa; a imposição de ideologias coletivistas bestializantes, e mais recentemente, o micro gerenciamento da disseminação de dados na era da informação, através de técnicas como o shadow banning, viabilizaram um período de extremo controle e manipulação da colônia, elevando os membros destas elites a um patamar cuja diferença de poder entre eles e um espécime comum da ratazana, é análoga à diferença de poder entre os mortais e os semi-deuses da mitologia grega.

Todos os anos surgem no meio da colônia novas formas de auto degeneração; novas SIGLAS; velhas perversões rotuladas com novos termos; antigos deuses idolatrados com novos enfeites e pirotecnias tecnológicas providas pela elite desse novo Bravo Mundo. A cada click de uma dashboard invisível aos nossos olhos, um elemento de estímulo psico social é inserido dentro dos labirintos das cidades; dentro das mega corporações, replicado nos governos, escolas e universidades; slogans são repetidos a exaustão; se tornam tópicos e tendências nas redes sociais e na velha mídia. E os ratos os assimilam, reagem aos elementos estranhos, e tais reações são medidas, catalogadas por outros ratos hierarquicamente superiores até que os resultados chegam aos "semi-deuses" das elites mundiais.

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