Empresa "Campeã Nacional (CN) amiga do 9" comprou indústria de defesa que projetava arma high-tech pras FFAA, na epola do LulaII, acho.

Havia Eng. Sênior, com experiência no estrangeiro em projetos que produziram armas similares que explodiram alvos e foram vendidas e usadas com sucesso. Ele tinha pós, aqui e fora, dentro da área, e um nível matemático BEM acima do normal. Mentorava novos engenheiros, indicava material de estudo, selecionava pessoal pra cada atividade. Em suma, liderava o desenvolvimento, era o cérebro do negócio.

Quando a "CN" assumiu, a mocinha do RH viu o salário dele, e concluiu que com essa grana ela contrataria 3 engs. 'normais'. Afinal, "Engenheiro é engenheiro, né?". Demitiu-o. A saída dele provocou uma fuga de cérebros jovens do projeto, pois ficaram sem direção técnica e ninguem era capaz de assumir a responsa sozinho (com razão).

Os que sobraram, conseguiram atingir um alvo bem maior que o real, parado, de dia, com pintura reflexiva pra aparecer bem nos sensores. O suficiente pra continuar comendo $$$ até uns anos atrás. Sei lá o que foi feito deles hj.

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