Kirillov foi responsável por fornecer às forças russas os agentes químicos para uso contra posições ucranianas entrincheiradas.

A Ucrânia alega que a Rússia usou agentes químicos 4.800 vezes desde o início da guerra.

Desde 2022, mais de 2.000 soldados ucranianos foram hospitalizados com envenenamento químico, e 3 morreram.

"As forças russas usam principalmente munição com substâncias tóxicas, lançando-as de drones FPV (visão em primeira pessoa) em posições ucranianas. Quando granadas químicas são detonadas, seus compostos venenosos afetam as membranas mucosas humanas, especialmente os olhos e o trato respiratório", disse a declaração do SBU.

Quando detonados, os gases irritantes forçam os soldados ucranianos que encontram abrigo nas trincheiras a sair e se expor aos tiros russos, observou a declaração.

A Ucrânia entregou amostras de solo que comprovam o uso de materiais proibidos a laboratórios independentes da Organização Internacional para a Proibição de Armas Químicas para exame e foi confirmado que violam o direito internacional humanitário.

Soldados ucranianos dizem que a tática é eficaz, permitindo que Moscou capture posições ocasionalmente sem destruí-las.

O Reino Unido emitiu sanções contra Kirillov e sua unidade pelo uso de armas químicas no campo de batalha na Ucrânia em 8 de outubro.

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