Passei toda a santa tarde de ontem em casa da minha tia Dores.

Soube que ela ia fazer a famosa bôla de carne - não sei se é assim que se escreve mas que se foda, sou punk até na escrita.

Entre o levedar da massa, e a sua ida ao forno, contou-nos algumas histórias dos seus colegas de trabalho Arábios e Marrocanos, qui a travaillé com ela e com o meu estimado tio Armando, que Deus o tenha ❤️

Depois de alguns copos de água, declamou alguma poesia popular acerca do fdp do Chega, coisa que me agradou imenso em ouvir.

A poesia não precisa de rimar para ser boa. Basta usar as palavras certas. E rimar claro.

25 de Abril Sempre. Bôla de Carne também.

Fascismo nunca mais.

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