“Em 8 de janeiro eu estava em São Paulo, usei meu cartão de crédito lá normalmente. Eu anexei meus extratos bancários e conversas de WhatsApp no processo. Não recebi ou mandei um Pix para protestos. Fiquei quatro meses preso. Nesse período, perdi meu pai, meu irmão e meu cunhado. Emagreci 12 quilos, tenho crises de ansiedade. Me sinto injustiçado”.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) foi contra a prisão preventiva de Martins em pelo menos três ocasiões. A primeira foi em 27 de julho, quando alegou que “não há indícios” de que Juliano e outros investigados “avançaram e invadiram, com violência e grave ameaça, a sede dos Três Poderes”.

Moraes acolheu o pedido da PF em agosto e citou que “fortes indícios de materialidade e autoria dos crimes” de Juliano haviam sido “inequivocadamente demonstrados”. O ministro ordenou a prisão com base nos supostos crimes de atos terroristas, inclusive preparatórios; dano; associação criminosa; abolição violenta do Estado Democrático de Direito; e golpe de Estado.”

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