Não tenho como ter certeza, mas acho que é o contrário; ir a igreja se torna menos comum, depois orações, e por último as comemorações.

Quando se fala "Páscoa", lembram muito mais de ovos de chocolate do que Jesus, e muito menos visitar uma igreja. Na minha visão, as religiões morrem de dentro para fora; o que for mais difícil de "pagar", será esquecido mais cedo.

Só restará as partes mais comemorativas como ovo de Páscoa ou presentes.

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Discussion

Foi justamente nesse sentido que fiz a pergunta, na questão de perder o lado mais religioso embora manter um lado cultural associado.

Vejo isso muito na cultura japonesa, as tradições religiosas parecem ter se dissolvido mais na cultura ao ponto de que até mesmo participar de hábitos ritualísticos, mais associados a uma religião, passaram a ser algo mais artístico ou mais uma tradição, do que um indicativo de fé na religião.

Na Europa isso parece ter sido até mais rápido, considerando que muitas igrejas se tornaram bibliotecas ou outros espaços. E sequer ir em uma igreja que mantenha os hábitos religiosos indica necessariamente que a pessoa creia na religião ou pretenda fazer parte.