O que se aprende com experiência é que ninguém quer mexer em código feito por outras pessoas. Para projetos desses mais vale ser tudo modular em peças bem pequenas que dê para o próximo engenheiro escrever de raíz sem ter que reescrever a plataforma toda.

Quanto à preguiça na universidade, faz lembrar o meu irmão mais novo. Mesmo sem gpt ele conseguiu chegar ao segundo ano de engenharia de software sem saber programar. Ele e tantos outros só copiavam código sem sequer saber o escreviam.

Curiosamente quem gosta disto passa todo o tempo livre a programar e publicar código pela net. Esse é o meu filtro hoje em dia para avaliar se têm talento.

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