O que publicamos aqui no nostr dificilmente vai aparecer na mídia tradicional ou em redes centralizadas. Aqui falamos a partir da fonte primária, da produção real de joias, do chão da fábrica e do mercado físico.
Os valores dos produtos em prata sempre estiveram condicionados ao custo real de compra no atacado, no alto atacado e, em alguns casos, no varejo. A Tigre de Prata não se adequou ao modelo sistêmico de venda que passou a dominar o mercado a partir de 2008.
Após a correção que praticamente dobrou o valor do metal naquele período, muitas indústrias foram obrigadas a reduzir custos. A solução encontrada foi baixar teor, aumentar ligas e, aos poucos, normalizar a venda de metais com menor pureza como se fossem prata 925.
Esse processo não foi imediato nem explícito. Ele se estruturou de forma silenciosa, até que “silver 925” deixasse de ser uma garantia técnica e passasse a funcionar apenas como rótulo comercial, atendendo a uma necessidade industrial e à sobrevivência de pequenos comerciantes dentro de um novo normal de mercado.
Com o avanço das ligas e da tecnologia, tornou-se cada vez mais difícil distinguir uma joia realmente feita em prata de lei 925 ou 950 de metais que hoje conseguem imitar até 90% das características técnicas da prata.
Aqui a conversa é franca. Sem narrativa pronta. Sem maquiagem. É sobre matéria-prima, processo, custo real e verdade histórica do mercado.
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