A ONU disse que o Brasil saiu do Mapa da Fome. Mas pera aí… saiu pra onde? Porque da mesa do povo, a fome continua firme e forte.
A tal da FAO (braço da ONU pra agricultura e alimentação) usa uma conta meio mágica: a tal da média trienal. Eles pegam os dados de três anos e tiram a média. Se der menos de 2,5% da população em subnutrição crônica, pronto, você “sai do mapa da fome”.
Adivinha? A média de 2021 a 2023 caiu. Brasil "fora do mapa". Palmas, ONU.
Só que isso é dado de gabinete. Quem tá com fome não come média. Come, quando dá.
Em 2022, a fome ainda era gritante. Por quê?
Simples:
– Pandemia tinha acabado de bagunçar tudo
– Inflação nos alimentos estourada
– Mercado informal quebrado
– Desemprego nas alturas
Mesmo com tudo isso, o governo Bolsonaro foi o que mais botou grana na mão do povo:
🔹 Auxílio Emergencial (2020–2021):
R$ 600 por mês (R$ 1.200 pra mães solo)
68 milhões de brasileiros atendidos
🔹 Auxílio Brasil (2022):
R$ 600 por família
Bônus por mérito, trabalho e estudo
21 milhões de famílias alcançadas
Ou seja: o Estado agiu. E forte.
Só que aí chegou 2023.
O IBGE foi parar nas mãos do petista Márcio Pochmann. E aí, surpresa: os dados de fome grave despencaram de um ano pro outro.
Melhora repentina? Milagre estatístico. Porque na vida real, o povo continuava pulando refeição e contando moeda pra comprar arroz.
E tem mais: a ONU não audita porcaria nenhuma. Ela só recebe o dado que o governo manda. Se o IBGE diz que tá tudo lindo, a FAO carimba.
Detalhe: a ONU só mede a fome extrema. O resto, ela ignora.
Se você vive de cesta básica, janta bolacha, pula almoço pra alimentar o filho… você não tá no "mapa da fome". Tá fora da estatística.
O que aconteceu foi o seguinte:
🔹 O dado de 2022 foi real.
🔹 O dado de 2023 foi manipulado.
🔹 A média caiu artificialmente.
🔹 A ONU aplaudiu.
Mas quem vai no mercado sabe: não saiu fome nenhuma. Saiu foi a verdade. 