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Ontem foi dia de encarar um daqueles trabalhos que a gente sempre adia, mas que são inevitáveis: a limpeza da caixa de gordura! 🧽💧
Confesso que já estava há um tempinho evitando pensar nela (quem nunca, né?), mas o cheiro e o encanamento começaram a me lembrar que não dava mais para escapar. Então, armei-me com luvas, materiais de limpeza e toda masculinidade tóxica e patriarcal que pude reunir, e fui à luta.
Primeiro passo: levantar a tampa. E, olha, não vou mentir, o cenário ali não era dos mais agradáveis! Respirei fundo (ou melhor, tentei não respirar muito) e comecei a retirar o excesso. E sabe do que mais?
Foi um verdadeiro teste de resiliência. A posição ingrata e desconfortável transformou a tarefa em um desafio de paciência, e ficar horas na mesma postura, repetindo os movimentos, deixou minha coluna, joelhos e ombros completamente exaustos. Cada articulação reclamava à medida que o tempo passava. Para piorar, o calor e a falta de circulação de ar me deixaram em condições lamentáveis – suor escorrendo por todo lado e uma sensação constante de desconforto – mas segui firme até o fim.
No final das contas, foi até satisfatório ver toda aquela sujeira indo embora! A sensação de fechar a tampa da caixa de gordura novamente foi uma mistura de alívio e orgulho.
O saldo final foi:
-- 5 horas de trabalho;
-- 0,25m³ de área higienizada;
-- 15 kg (≈17 litros) de gordura recolhida e destinada à coleta.