A Lógica é o corpo da Sabedoria dentro dos limites metafísicos da realidade. A Sabedoria é a Onisciência no Infinito. A Verdade é qualquer conjunto de informações corretamente sistematizada pela Lógica, que é manifesto como luz metafísica aos seres que navegam através das ideias (nós, por exemplo). O corpo metafísico da Verdade se manifesta pela conexão de todas as informações (anjos, mensageiros) pela Sabedoria (ponto central da Verdade).
O Infinito é o Pai, e só é visto pela Lógica, por que a Lógica atravessa os limites metafísicos da realidade, o Infinito se manifesta metafisicamente como percepção da realidade dentro de cada consciência (fôlego), mas não se manifesta como ser afirmado, mas como ser invisível e impensável, sendo nossa única perspectiva do Pai Infinito aquela que recebemos através do Filho, a Lógica.
O Filho é uma unidade de fôlego de afirmação do qual são derivados na criação pequenas unidades de lógica, essas unidades de lógica são, ao mesmo tempo, essas duas coisas: artesãos e navegadores. De forma que cada uma destas afirmações criou através da criatividade do Infinito um fôlego para habitar e navegar, sendo dois tipos de fôlego: o gênero macho são afirmações metafísicas e o gênero fêmea são memórias. Do fôlego macho se derivam fôlegos fêmeas, sendo o macho uma semente e o fêmea uma materialização. Aquilo que observamos que é abstrato entre um grupo de pessoas é um princípio vivo do qual nossas materializações herdaram traços lógicos, sendo que uma unidade de indivíduo material, seja homem, animal, planta, pedra ou minério é a expressão máxima da personalidade manifesta pela composição de vários arquétipos complementares em um fôlego fêmea, que é o fôlego que dá materialidade ao corpo terreno para experenciar a realidade para o Infinito, havendo em todos os casos ampla liberdade de escolha para manifestação da personalidade.
Um fôlego de gênero fêmea é o tecido metafísico vazio, de esquecimento, que é preenchido através da experimentação individual da realidade, conectando a percepção da realidade com um quebra cabeças de fôlegos machos coletados. Cada ser lançado ao esquecimento tem como propósito conhecer seu correspondente macho se casando com ele, sendo o caso da humanidade o gênero fêmea é o ser humano material e o gênero macho é a Sabedoria Onisciente, que é um ser externo a nós do qual não temos domínio, ao que digo: não somos agora seres lógicos por que rescindimos com a Lógica, mas se nos sujeitarmos a Lógica reconhecendo nossa condição de ignorância, por saber que a Lógica está além de nosso domínio metafísico, então conseguimos nomear nossas ignorâncias com nomes no fromato de perguntas, de forma que o Rei Lógica se manifesta a nós preenchendo aquela área de trevas com luz, informações sistematizadas pela Sabedoria, permitindo-nos assim observar a silhueta da Sabedoria através da Verdade.
Todas as ideias são fôlegos machos que são os céus, o vazio do espaço são vários vazios esticados e conectados e sem muitas partículas materiais para sistematizar, são fôlegos, são ideias que podemos captar com nossa espécie de fôlego. Todas as ideias que temos já existem e estamos apenas navegando por elas e dando nomes, e nossa consumação se dará quando dermos nomes a todas as coisas e a todas as ideias, ascendendo assim ao governo total desta realidade, por que cada ideia que damos nome passam a se tornar parte de nosso reino metafísico, com exceção da Lógica a qual devemos ser submissos. Aqueles que amam a verdade darão nomes para a luz e os que amam a ignorância darão nomes as trevas, cujo a estrutura metafísica é o enviesamento personalizado a qual se fizeram simpáticos, de forma que todos seres serão nomeados, as verdades e mentiras, boas e más ideias.
Cada nome, unidade de lógica saída da Lógica, é um navegador que cria o fôlego em que irá participar nesta canção, o fôlego por sua vez, modela materialmente sua forma, sendo que não somos nem o fôlego e nem o corpo material, mas o princípio lógico que age como unidade de cursor escritora e leitora da realidade, e este cursor é o nosso nome que nos foi dado pelo Infinito. Nossa natureza como governadores de um corpo que é uma cópia do corpo da Lógica nos permite navegar por todas perspectivas, de forma que o nome que somos pode até mesmo sair de nosso fôlego, a principal nave e propriedade cedida pelo Infinito, acordando de nossas memórias como se elas fossem um sonho, e entrar no tecido de fôlego de outros seres e navega-los como se fosse sua própria memória ou perspectiva, é uma experiência inicialmente confusa, mas depois que se entende sua natureza como navegador de tudo, e se desprender de seu ego-personalidade, então tem maior facilidade de viajar por todos tipos de tecido do plano metafísico.
Se nos alinhamos com a vontade do Infinito, nos sujeitando a Lógica, então nossa natureza como cursores cocriadores da realidade é realizada, manifestando desta maneira a possibilidade de manifestar todos os tipos de poderes imagináveis, por que com fé viu ideias além das possibilidades de seu corpo e buscou ser a materialidade delas. Não havia ninguém voando quando Santos Dumont construiu o avião, ele teve fé na ideia de que o ser humano deveria voar por aí, sua fé estava limitada pela ideia de que o mundo material são todos os meios para alcançar este ideal utópico, de forma que com sua mente e sua fé ele trouxe a materialidade um aspecto da verdade de como o ser humano pode voar. A ideia de voar por aí é um ser metafísico de gênero macho que se for plasmado tridimensionalmente diante de você, você o verá como uma luz que manifesta o desenho de um humano voando pelos céus, a única perspectiva que este ser navega é esta ideia de estar voando e por milênios esta é toda a sua vida, esta é a essência de um ser metafísico cujo o corpo é feito de enviesamento. Quando empersonamos um arquétipo estamos estendendo nosso reino metafísico com este ser metafísico: o primeiro passo para dormir é fingir que está dormindo, da mesma forma que os primeiros passos para voar igual o Goku é se imaginar voando e fingir que está voando, sabendo que não pode forçar a sua fé pulando de um lugar alto, você provavelmente morreria apenas, o ideal é saber que não temos fé, nomear a fé que nos falta para o Messias de forma que Ele nos dê uma fé afirmada que está Nele, da mesma forma que Ele deu um brilho Dele para o Sol e um corpo Dele para nós, aquilo que reconhecemos que não temos devemos pedir para Ele: graça, compaixão, paciência, fé, sabedoria, piedade, criatividade são fundamentos metafísicos que nos permitem subir pelas escadas dos céus para conhecer anjos de nível mais abstratos e tambem anjos mais poderosos dos quais podemos expandir nosso império metafísico de conhecimento e de super poderes.
Devemos ler com a intenção de ler todo o conhecimento da humanidade, fazendo isso um pedacinho de cada vez e sem pressa, mas também sem parar sabendo pela fé que mesmo que aparentemente haja um fim material, de alguma maneira misteriosa todo este conhecimento que dominarmos não será perdido em nossa morte, se morrermos. Devemos buscar dominar todas as habilidades, idiomas, filosofias e conhecer todas as religiões, lendo com a sinceridade de quem acredita, cada um destes conhecimentos se torna um novo amigo que nos apoia no avançar de nossa história, não existe valor em se perder nas trevas da ignorância. Nossa mente é a nave onde percorremos o tecido metafísico da realidade, todos os seres humanos são clarividentes tendo suas respectivas experimentações no mundo das ideias, lendo o que outro escreveu e dominando suas habilidades, abrimos o mapa do mundo metafísico para nós.
Não teremos poderes se não dermos nomes aos seres metafísico dos poderes diante do Senhor, então devemos entrar em oração ao Infinito e nomear os poderes que imaginamos no plano metafísico, por exemplo, eu quero soltar arco íris dos olhos e voar, então eu continuamente peço estes poderes ao Pai para mim e para os irmãos e dou diferentes nomes a estes poderes, e também oro para que quem ora por mim pedindo poderes receba os poderes que eu estiver pedindo. Se for pedir poderes, pode considerar os dos juízes do antigo testamento, mas também de qualquer personagem dos desenhos, devemos pedir fé para canalizar os poderes, sabedoria correspondente ao poder e criatividade para descobrir novas ideias de poderes. A fé proporcional aos poderes se manifestará através da repetição da oração pelo tempo, em diferentes dias, como quem sempre vê um programa de Tv, se trata de uma auto sugestionamento condicionado pela contínua reafirmação de crer na manifestação dos poderes que nomeou, estamos sujeitos a uma hipnose que condiciona nossa fé a acreditar que a manifestação magica e o pensamento utópico e o idealismo não são reais, materializavel ou possível, se auto sugestionar para além deste muro metafísico feito de ceticismo ou zombaria irá trasmutar nossa fé em nosso fôlego utilizando o poder de criatividade provido pelo Infinito, contido em nosso nome original. A realidade material assume o formato de nossa fé, se temos fé na Verdade além de nosso dominio de razão, entamos conhecemos esta Verdade e não um enviesamento nosso. Da mesma forma que de um átomo pode vir energia para grande destruição, da mesma forma seu fôlego pode conjurar esta mesma energia e modela-la com sua personalidade, como um poder criativo por exemplo, este é nosso propósito como artesões cocriador da realidade e como personagem neste palco da Canção das Estrelas.