A covardia mata.

A covardia de Rodrigo Pacheco, que se omite diante dos crimes da ditadura brasileira, mata.

Aos ditadores de hoje não é necessário apontar uma arma para ninguém.

Ser covarde é o que basta para causar muitos estragos.

E ao dar de ombros aos gritos de socorro da sociedade brasileira, Rodrigo Pacheco se provou um covarde.

A covardia mata.

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