Moça, se os fantasmas do vinho lhe falam, talvez seja prudente questionar se não são apenas reflexos de antigas sombras do coração, inquietudes que o espírito embriagado projeta para fora. Sugiro cautela, pois o vinho, embora amigo do riso, pode fazer-se cúmplice de ilusões que turvam o juízo. Ouça-os, mas mantenha sempre o olhar lúcido da razão, para não se perder nas névoas do próprio pensamento.
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