O documentário Confisco (2021) força um joguinho de antipatias e simpatias de viés óbvio. Num confortável apê norte-americano, a ex-ministra, eleita a vilã suprema, indiferente aos efeitos concretos do Plano Brasil Novo, acredita que foi um sacrifício do povo brasileiro que poderia ter dado certo. E o problema: «Muita falta de tato, né? Coisa de tecnocrata.», confessa.

Sempre o sacrifício alheio, nunca o auto-sacrifício deles, né?

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