Se não tiver conhecimento aprofundado em uma profissão mais independente:

1. Sair de um país que praticamente não permite ascenção financeira, que tem alto risco de vida e perdas totais como o Brasil, e ir para um país que mesmo trabalhando em algo básico consiga ascender econômica e profissionalmente. Tal como qualquer pessoa com a mínima noção tentaria fugir da Coreia do Norte, de Cuba e da Venezuela, para um país rico.

2. No novo país, juntar dinheiro para se consolidar em uma profissão mais independente do país em questão, como profissões voltadas ao mercado digital, como produção, narração ou edição de vídeo, programação, design gráfico, redação de textos ou livros, atendimento online e etc. Se der para fazer isso já antes, com baixo risco, melhor ainda.

3. Juntando um bom dinheiro nisso, investir na teoria das bandeiras (residencias ou cidadanias) e até se mudar para um país mais crescente, estável, barato e praticamente sem impostos para capital estrangeiro, onde não haja problema de trabalhar online e caso algo dê errado o custo de mudar de país seja baixo (como no fronteirismo).

4. Caso tudo piore rapidamente ao mesmo tempo, como já aconteceu a poucos anos atrás, ter em vista a sua própria subsistência em água, energia e alimentos, e outros meios de apoio como uma rede de contatos que tenham a mesma visão que você e possam ajudar em algo.

5. Embora pouquissimos cheguem a esse ponto, se já tiver um bom dinheiro e queira amortizar riscos mais globais, investir antecipadamente em alguma solução de negócio que tanto te dê dinheiro, como também reduza os seus próprios riscos, tal como soluções descentralizadas que ainda não existem ou que são muito escassas: Transporte descentralizado de pessoas ou produtos, um sistema descentralizado de segurança privada, uma economia circular local baseada em Bitcoin e etc... Se algo assim não surgir, os riscos no mundo atual ainda serão significativos.

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