Replying to Avatar Bobtobewilde

ce n'est pas une critique

Eu assisti ao último Missão Impossível. Na verdade eu assisti a todos os filmes da franquia. Não de uma vez... mas desde o primeirão lá em 1996 estava lá no cinema prestigiando o Brian de Palma.

Foram 8 até agora, mas pela recepção da tDead Reckoning parte dois, esse deve ser o último. Bem vindo ao INSS, Tom.

Escrevo essas mal traçadas linhas apenas para celebrar o meu apreço pela bagaça. Foram anos de perseguições, tiro, porrada, bombas (sendo o Missão II a maior delas) entregando bom entretenimento. Valeu, galera.

Mas embora eu tenha criado a teoria que o público ia ao cinema de verdade para ver se o Tom Cruise morria tentando uma acrobacia geriátrica, gostaria de destacar o aspecto que mais me pegou ao longo desses anos. Já vai acabar, calma.

Ethan Hunt recebia a missão, a mensagem se autodestruia em segundos e ia ele com uma equipe resolver o problema que afinal, não era tão impossível assim. A verdadeira missão, essa sim é impossível. Para ele e para nosotros.

Ao engajar o time, o Ethan absorvia mais uma tarefa. Proteger a galera. Gente boa como era (spoiler) ele não queria que seus amigos (família?) sofresse as consequências que deveriam ser apenas dele. Para mim (me encaminhando para o final, excelência) essa é o verdadeiro plot submerso (spoiler) em todos os roteiros da franquia: Trazer outras pessoas para viver a sua trajetória tem consequências. O destino é pessoal e intranferivel... no máximo a gente recebe dos céus alguém para ouvir as nossas queixas e aventuras.

- Vamos lá. Larga essa carreira e vem comigo.

- Mas e a minha vida, Ethan?

- What? Estou oferecendo aventura, casa, comida e roupa lavada? Como assim a sua carreira? Vem que eu te protejo.

- ah, Tom. Sai fora..

Mesmo com boas intenções (cuidado com elas) pô, Ethan Hunt! proteger todo mundo, salvar o mundo e a si mesmo ao mesmo tempo?...dureza, my brother.

Na minha cabeça oca essa sempre foi e sempre será a nossa missão impossível.

“Trazer outras pessoas para viver a sua trajetória tem consequências. O destino é pessoal e intranferivel... no máximo a gente recebe dos céus alguém para ouvir as nossas queixas e aventuras.” 💜

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