A Lei do Reino que cremos é positiva.
Embora o jus naturalismo tenha sua relevância, ela não considera que o homem, tendo natureza rebelde, não vai naturalmente fazer a justiça acontecer se depender de sua vontade e não houver uma lei positiva para o orientar e, inclusive, negar sua vontade.
Mas esse processo se dá como os libertários reconhecem, através de um contrato chamado de Aliança. Mas os que não estão inclusos no contrato, não podem participar do Reino da glória e não haverá um só milímetro do cosmo que não fará parte do Seu Reino de glória.
Jesus também viveu sob as leis positivas de Seu Pai para nos dar o exemplo, negou até Sua vontade, abriu mão de tudo o que tinha e nos ensinou o amor como regra.