Interessante você abordar esse assunto, pois eu também já havia me atentado a esse tipo de matéria de viés quiçá comunista. É como se o fato de o sujeito ter cometido o ato usando um veículo de luxo tornasse o hipotético crime ainda mais digno de repulsa aos olhos da mídia e da sociedade. Isso soa-me como uma espécie de "somatório de raiva internalizada", onde as pessoas que, em geral, já têm raiva do rico por natureza de suas fortunas, ficassem duplamente com raiva pelo ato em si cometido.
A meu ver, tanto faz se o cara atropelou com um fusca ou uma Ferrari - o crime é o mesmo! E a minha raiva em relação ao criminoso também é a mesma, independente do cara ser pobre ou milionário.