Viver a margem do Estado e ajudar a construir as bases para uma sociedade mais livre.

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Já até pensei nisso, mas não encontro soldados para montar um centro de resistência.

A resistência vive em cada um de nós que não nos submetemos a essa distopia que está a realidade.

O que nos falta são meios de atuação.

Uns por falta de experiência, outros por causa dos grilhões da vida, mas todos temos como inimigo o Estado.

Já aprendi que não se deve esperar soldados, eles irão aparecer durante a batalha.

Talvez se tu levantar uma bandeira e seguir no caminho, outros irão se juntar para guerrear contigo.

Mais ou menos.

A individualidade é importante sim, mas ao mesmo tempo é o que nos mantém fracos e escravizados.

Quando chega 5 puliça descendo o bicudo em 1 cidadão, este indivíduo não tem proteção contra grupos maiores.

E é aqui que se torna necessário coesão e agrupamento para protegermos uns aos outros, assim como os bandidos fazem, se protegendo o tempo inteiro em grupos ou bandos.

Aceitar que a individualidade é fraca perante grupos armados é o primeiro passo para começar a bolar estratégias de grupos contra os demais grupos.

Concordo, chefia.

Mas ainda me encontro no ponto do tempo e uso meu foco em estabelecer uma fortaleza no indivíduo, para aí sim, construir alicerces fortes para formação de um grupo.

E há a necessidade de cautela, de muitas iniciativas que participei, todas desmoronaram por causa da trairagem de um elo fraco.