A realidade é que se a tecnologia evoluísse a ponto de entender o que se passa nas nossas mentes, o Estado utilizaria o consórcio comunista de comunicação para imputar na mente das pessoas que esse controle seria positivo pois permitiria a identificação de psicopatas, criminosos (…) e, de quebra, teríamos artistas e a classe “pensante” desse país compactuando com tal medida.

Na prática, saberíamos de qual maneira isso seria aplicado.

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