O jornal Eco publicou 3 noticias no mesmo minuto e escrita pelo mesmo jornalista.

Neste leque só faltava um artigo a enaltecer a CBDC, que é a solução para todos os problemas. Que terá custo zero para o comerciante.

O curioso é o resultado do inquérito do Banco de Portugal, é verdade que a mostra é muito pequenas, mas o resultado:13% dos consumidores têm ou já tiveram criptoativos e “stablecoins”, é um valor elevado, não esperava tanto.

https://eco.sapo.pt/2024/05/28/uso-de-numerario-cai-28-em-cinco-anos-cartoes-destronam-moedas-e-notas/

https://eco.sapo.pt/2024/05/28/custos-dos-pagamentos-sobem-20-em-meia-decada-e-pesam-mais-sobre-os-comerciantes/

https://eco.sapo.pt/2024/05/28/13-dos-consumidores-tem-ou-ja-tiveram-criptoativos-e-stablecoins/

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3 horas depois e como previsto lá veio o artigo a elogiar a CBDC.

“Assim, afigura-se como fundamental que sejam estabelecidos limites apertados para a detenção individual de euro digital por forma a circunscrever o seu papel à função de meio de pagamento e não de reserva de valor”, defendeu o secretário de Estado.

Até o Secretário de Estado reconhece que a moeda FIAT não é uma reserva de valor.

"Para o secretário de Estado Adjunto e do Orçamento, o euro digital seria a resposta do BCE à “ameaça que impende sobre a soberania monetária e financeira da Europa decorrente do surgimento de representações sintéticas de moedas emitidas a partir dos ecossistemas cripto – as chamadas stablecoins – ou da emissão de moedas digitais por bancos centrais de outras jurisdições”. Antes de ir para o Governo, Brandão de Brito liderava a área cripto no banco BCP."

A CBDC não é uma resposta, mas sim ela é própria ameaça a soberania e liberdade individual.

https://eco.sapo.pt/2024/05/28/secretario-de-estado-do-orcamento-pede-ao-bce-limites-apertados-a-detencao-de-euro-digital/