Seu crânio oco, o que seu sorriso tem a dizer,
Mas que um cérebro mortal, com problemas lançados,
Procurou outrora, como a minha, a doçura do dia,
E lutou pela verdade, e na escuridão se perdeu.
[Fausto: Parte Um: Noite. Estudo de Fausto]
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