eu escrevi isto em português no ano passado. vou deixar aqui assim, contando com a tradução automática.

desconfias do infinito que habita o singular

como se um fruto não trouxesse em si sabores tão diversos a cada mordida

como se a pele não fosse outra a cada toque

como se o olhar não mudasse a cada lágrima

como se os ouvidos, ainda que escutando a mesma frase, não pudessem ouvir camadas ocultas

como se os cheiros fossem estáticos sem nuances tão diversas a cada respiração

como se a boca não mudasse sua textura a cada beijo

como se os corpos não descobrissem novos modos de se aninharem a cada encontro

como se as conversas não tivessem tantos caminhos para seguirem quanto existem pessoas nesse mundo

como se alguém não pudesse mudar tanto a ponto de se deparar com o desconhecido em si, ainda que algo pareça familiar

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