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#Viajem #Brasil #NOSTR #Risco

Viajar pelo interior do Brasil deveria ser chamado de Expedição de Sobrevivência, pois é malicioso, imprevisível e de risco real. As estradas estão em estados de conservação inenarráveis, com sinalizações duvidosas, degradadas pelo tempo – quando há alguma sinalização. Buracos e crateras de profundezas sinistras se espalham pelas estradas, enquanto curvas serpentinosas prenunciam perigos iminentes. Com o cair do crepúsculo, pensamentos tenebrosos surgem: o pior ainda está por vir.

A noite chega e tudo se torna escuridão profunda; o que antes era um desafio agora se transforma em um teste de coragem, pois a cada quilômetro, a temeridade se torna um rompante de tensão com o aumento do desconhecido. Luzes vagantes e repentinas aparecem à distância: Um carro? Um caminhão? Uma moto? Ou algo pior?

Os faróis do veículo lutam para romper o breu absoluto, tentando revelar algum limite entre céu e terra. Não existe mais distância ou tempo, apenas escolhas. Frear ou acelerar? Desviar ou ultrapassar? Parar ou continuar? Cada decisão pode ser a diferença entre a vida e o abismo.

Em casa, inteiro, compartilho o vivido.

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Concordo plenamente e ainda digo: o que mata nas estradas não é a velocidade, é a má conservação das rodovias. Para se esquivar da responsabilidade de transformar as rodovias em rodovias de primeiro mundo, o que o estado faz? Manda reduzir o limite de velocidade.

A culpa e sempre da vítima, ou seja, nós, pois não faltam recursos.

mano as melhores estradas são de SP, os outros estados são precários,