PCC usa bitcoins, fintechs e até igrejas para lavar dinheiro
Do uso de igrejas como fachada até a criação de contas em bancos digitais, o Primeiro Comando da Capital, maior organização criminosa do País, tem diversificado as formas de lavar dinheiro para esconder os ganhos obtidos com o tráfico internacional de drogas e driblar a fiscalização da polícia.
A estimativa é que a facção lucra US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5 bilhões) ao ano, em atuação que extrapola as fronteiras.