Se intensificou em torno de 1900, com a chegada de muitos europeus e japoneses no Brasil. A campanha mas eles abandonarem as próprias origens e não criar pressões de secessões foi enorme. Tinha festas de aniversários, casamentos e etc das comunidades alemãs e venetas que falavam alemão e veneto que chegava o exército pra dizer que não podia falar aquelas línguas.

Reply to this note

Please Login to reply.

Discussion

De fato há poucos dialetos europeus mesmo no sul do Brasil.

Mas de qualquer forma, miscigenados ou não, não existe hoje um povo fortemente resistente no ocidente. No máximo os EUA, mas não é tanto. Talvez os poloneses.

"O governo brasileiro procurou evitar a formação de blocos étnicos, intercalando

colônias com terras particulares e misturando imigrantes de diversas proveniências.

Porém os colonos resistiram a essa política, trocando os lotes que recebiam para ficar

mais próximos dos seus parentes e vizinhos.168 Se as terras iam sendo ocupadas à

medida que os imigrantes iam chegando, as trocas de lotes permitiram criar algumas

pequenas ilhas culturais em determinadas linhas onde feltrinos, trentinos e vicentinos,

por exemplo, se instalaram.169 Nos núcleos gêmeos de Urussanga e Crisciúma (1880),

em Santa Catarina, os lotes foram distribuídos de modo que cada italiano se encontrasse

entre um polonês e um brasileiro. Dentro de poucos anos, porém, através da troca dos

lotes, os grupos étnicos concentraram-se em determinadas linhas, criando sociedades

mais homogênas do ponto de vista linguístico.170" https://wp.ufpel.edu.br/nphr/files/2023/09/Italia.pdf

Esse é um documento, assim como tantos outros , relatos e testemunhos.