Nas noites de bruma, sob o céu estrelado,

Os guerreiros, em batalha, sempre lado a lado,

Carregam no peito um amor visceral,

Por suas donzelas, ternura e furor igual.

São mãos que deslizam, como o vento suave,

Mas também agarram com força brava e grave,

O toque é carinho, mas a alma é fogueira,

Queimando com paixão, desejo e fronteira.

Eles as amam com selvagem intensidade,

Em cada gesto, a força da verdade,

Um beijo é um fogo, uma chama sem fim,

Onde o amor e a fúria se encontram, enfim.

Donzelas que são musas e rainhas da terra,

Envoltas no mistério que a paixão encerra,

Entregam-se ao abraço, ao toque voraz,

Sabendo que nesses braços há paz e caos eficaz.

O guerreiro, que luta, que brada, que vence,

Também se rende ao amor que o incendeia e convence,

Pois no coração selvagem de quem a espada brandiu,

Há espaço para o amor que jamais se viu.

Amam com ternura, mas pegam com poder,

Donzelas que sorriem ao sentir e ceder,

Pois sabem que o guerreiro é mais que violência,

É a fusão de carinho e pura essência.

Na selvageria do toque, há respeito profundo,

Entre fúria e paixão, criam seu próprio mundo,

Donzelas e guerreiros, almas entrelaçadas,

Num amor feroz, que nunca serão domadas.

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