Pela primeira vez na história, o ciclo de quatro anos do Bitcoin quebrou. A criptomoeda fechou 2025 com queda de 6%, seu primeiro resultado negativo em um ano pós-halving em toda a história.

Até o ano passado, o Bitcoin seguia um padrão mais ou menos previsível: no ciclo de quatro anos, dois eram de alta moderada, um era de correção (geralmente o segundo ano após o halving) e o quarto ano, o pós-halving, era de valorização explosiva.

Em 2025 o Bitcoin renovou sua máxima histórica e chegou a ultrapassar US$ 125 mil, mas fechou o ano valendo menos de US$ 90 mil. O ano passado, aliás, foi repleto de marcas inéditas — e igualmente negativas. Mas também foi um ano no qual algumas coisas interessantes aconteceram:

1) fluxos dos ETFs seguiram em alta;

2) as Bitcoin Treasury Companies (BTCos) compraram um montante recorde de BTC;

3) um novo tipo de investidor entrou no mercado — com mais foco no longo prazo e menos propensão a vender em momentos de crise.

No padrão antigo, o ano de 2026 deveria ser o ano de forte correção e tendência negativa, mas isso também deve mudar com a readequação do Bitcoin a essa nova estrutura, produtos e perfil de investidores.

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