O CIRCO IDEOLÓGICO DOS ARTISTAS EM DECADÊNCIA
Não bastasse o ostracismo que muitos artistas dos anos 80/90 já enfrentam, agora resolveram cavar ainda mais fundo o próprio poço. Em pleno palco — que deveria ser um espaço de arte, música e celebração — a banda IRA resolveu, no meio do show, fazer discurso político contra Bolsonaro e em defesa de Lula. Isso mesmo: jogaram sua parcialidade ideológica na cara de uma plateia que pagou para ouvir música, não sermão político barato.
Esse tipo de atitude não é um caso isolado. Diversos outros artistas estão seguindo o mesmo script falido, esquecendo que o público é plural, diverso e não está ali para ser doutrinado. O resultado? Shows vazios, audiência despencando, patrocínios evaporando. E ainda se fazem de vítimas, como se o povo fosse obrigado a aplaudir esse espetáculo de arrogância e desrespeito.
A arte pode, sim, refletir momentos históricos ou visões de mundo, mas há uma diferença abissal entre expressar isso com inteligência e vomitar ideologia com tom de superioridade moral. Usar o palco como palanque é cuspir no rosto de quem pensa diferente. E quem age assim não merece palco, microfone, muito menos plateia. Que fechem as cortinas e encerrem de vez esse teatro decadente de hipocrisia. A arte agradece.
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