A seguir verdade como punhais. Você se identificará.

📌O ego tem uma habilidade notável para projetar em outros as qualidades que não consegue admitir em si mesmo. Julgamos nos outros a raiva, a inveja, a insegurança que residem em nosso interior. Essa projeção cria conflitos interpessoais e nos impede de assumir a responsabilidade por nossos próprios sentimentos e comportamentos. Vemos no outro o reflexo distorcido do que nos incomoda em nós.

📌O ego muitas vezes se agarra à narrativa da vítima, encontrando um estranho conforto na sensação de ser injustiçado ou impotente. Essa postura evita a responsabilidade pessoal e a necessidade de mudança, mantendo-nos presos em padrões de sofrimento. A vitimização nos dá uma desculpa para não agirmos e para recebermos a simpatia dos outros, alimentando o próprio ego.

📌Uma das táticas mais sutis do ego é buscar validação através da superioridade moral, julgando e condenando os outros com base em seus próprios padrões e crenças. Essa postura infla o senso de "eu" correto e diminui os outros, criando uma falsa sensação de poder e controle. A verdadeira moralidade reside na compaixão e na compreensão, não no julgamento.

📌O ego frequentemente se apega a posses materiais, opiniões e crenças como se fossem parte essencial de sua identidade. Quando essas coisas são desafiadas ou perdidas, o ego se sente ameaçado em sua própria essência. Essa confusão entre o "ser" e o "ter" ou o "pensar" gera sofrimento e apego excessivo.

📌O ego calcula, espera retribuição e teme a perda ao dar. Ao receber, sente-se em dívida ou inferior. Essa mentalidade de troca condicionada impede o fluxo livre de generosidade e gratidão, que são essenciais para construir conexões autênticas e experimentar a abundância da vida.

O ego se agarra a suas opiniões e crenças com uma tenacidade surpreendente, confundindo-as com a própria verdade. Qualquer desafio a essas crenças é percebido como um ataque à própria identidade, gerando defensividade, raiva e a incapacidade de considerar outras perspectivas.

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