Não há como pretender que o show de horrores protagonizado pelas nossas forças armadas seja dissociado da instituição e restrito a poucas dezenas de indigentes morais como aquele generalzinho nefasto e retardado que descreveu o processo de traição contra o povo.

Realmente a culpa, histórica, diga-se de passagem, deve recair como uma mancha pútrida nas próprias instituições que são deformadas o bastante para admitir tais líderes.

Não adianta tentar se esquivar do que lhes reserva o futuro, onde esse horror estará devidamente registrado.

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