As religiões podem ser moldadas e instrumentalizadas pelo estado a fim de controlar a população e justificar sua autoridade. Regimes teocráticos, nos quais a religião é usada como base para governar e impor restrições às liberdades individuais, são exemplos disso. O regime do Talibã no Afeganistão é um caso emblemático, em que uma interpretação restrita da lei islâmica foi usada para governar o país, subjugando a população e limitando sua liberdade.

Os rituais e práticas religiosas foram usados como forma de controle social e legitimar a autoridade do regime.

Na Coreia do Norte, a figura de Kim Jong-un é venerada como um líder divino, sendo a religião uma ferramenta utilizada para consolidar seu poder.

O poder político é o principal fator que corrompe o verdadeiro propósito espiritual das religiões.

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