🧠

Eu converso com amigos e familiares e constantemente sou tachada de radical, quando contesto a maior parte dos temas que as pessoas trazem para uma conversa.

Depois de tudo o que temos desbravado em busca da verdade, chego a conclusão de que tudo (ou quase tudo) foi invertido.

Tudo é questionável: o que aprendemos na escola e nas universidades, os nossos conceitos sociais, os de saúde, as tendências do mundo tecnológico, da moda, da cultura, da arte, do comportamento. Tudo foi infiltrado para que no mínimo, houvesse um punhado de verdade misturado à mentira, ou no máximo, a completa inversão do certo e errado, com o intuito de nos desviar do caminho próspero, causando tamanha confusão mental que sequer poderíamos discernir a verdade da mentira, uma verdadeira operação "dubdown", onde o nosso potencial humano fosse cada vez mais suprimido. E aqueles que seriam capazes de enxergar a verdade, seriam ridicularizados pelas ovelhas de plantão.

Já que a maior parte da informação que chega até nós são por meios totalmente manipulados e controlados, considero prudente ler tudo (ou quase tudo) que chega até nós ao contrário.

Se a mídia diz é bom, é porque é ruim.

Se diz tome a vacina, não tome.

Se promove uma nova moda, não siga.

Se faz uma revelação bombástica, te distrai jogando cortinas de fumaça para que você não veja a verdade por inteiro.

Sinceramente, Isso não é ser radical. É reconhecer a inversão a qual estamos sendo expostos A todo minuto. E ter o conforto de saber que esse reconhecimento se deu através de pesquisa, estudo, desbravando o conhecimento em diversas fontes e conectando os pontinhos aqui e ali, e desviando das rochas de desinformação no meio da estrada esburacada, enquanto os que te acusam de radical se bombardeiam apenas do que paira na superficialidade das narrativas pré-fabricadas.

Se ler o mundo ao contrário, reconhecendo a inversão que vivemos é ser radical, então radicalizo com orgulho.

Olavo sugeriu esse livro. Foca na espanha, mas é um otimo exemplo porque em torno da espanha dos ultimos 600 anos giraram várias narrativas mais abrangentes e ainda vigentes com força total.

O ponto: o zeitgeist politico sempre foi mentira, camadas de propaganda e narrativas se apoiando em propaganda e narrativas anteriores, por séculos.

Quando se diz q aqui embaixo é o reino do pai da mentira, não é exagero.

A verdade está disponivel para quem se dispor a procurá-la, mas o zeitgeist, o que a maioria acredita, é tudo lorota. A verdade aparece, mas não tem efeito além daquelas mentes que a procuraram, o zeitgeist ainda se transmite, vira um lugar-comum, e serve de base para a próxima narrativa da proxima geração.

Fora do livro, voltando alguns séculos, na Idade Média, o zeitgeist era: "Nosso duque é o senhor legitimo, e aquele que quer tomar o lugar dele é um usurpador". E fingiam que não sabiam que ele só era o duque porque o avô dele tinha chutado o duque anterior à força.

A diferença principal é o alcançe da mentira na vida do homem comum.

O campones medieval, com um pouco de sorte para estar longe dos exercitos, apenas trocaria de senhor. Mesmo nos ultimos seculos, o nivel de controle e vigilancia dos governos era muito menor que hoje. Mas hoje, vigiam e controlam tudo... de $ à comida, às "vacinas"... Imagine o poder dos governos de hoje nas mãos do Nero ou Genghis Khan.

só a fé permanece...

https://livraria.seminariodefilosofia.org/imperiofobia-e-lenda-negra--roma--russia--estados-unidos-e-o-imperio-espanhol

Reply to this note

Please Login to reply.

Discussion

No replies yet.