Quando eu tinha 18 anos, trabalhei em uma escavação arqueológica na propriedade da minha família. Um dia, conversei com um arqueólogo que me fez perguntas normais sobre meus interesses, como se eu praticava esportes.

Eu menti e disse que sim, e que também fazia teatro, cantava, tocava violino e piano, e pintava. Ele ficou impressionado e disse: "Uau, isso é incrível!"

Então eu disse: "Ah, não sou muito boa em nada disso."

Ele me disse algo que nunca esqueci: "Não acho que ser bom em algo seja a única razão para fazê-lo. Você ganha experiência e habilidades, o que te torna uma pessoa mais interessante, mesmo que não seja ótima em tudo."

Isso mudou minha vida. Parei de pensar em mim mesma como uma fracassada e comecei a fazer as coisas porque gostava delas. Cresci em um ambiente focado em família e trabalho, onde eu pensava que só fazia sentido fazer algo se eu fosse obrigada.

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