Palavras de Rodrigo Guedes de Carvalho:

"Vivemos numa era de absoluta intransigência do politicamente correcto, a quem já não basta afirmar-se fora da norma e pedir para que não o hostilizem, quer tornar-se a norma. E castigar quem não a cumpre."

"Não me importo com os que se apaixonam por rebarbadoras ou casam com árvores. Mas quero também a liberdade de achar disso o que me apetecer e não o que me querem impor“

“Sabeis que mais? Não me habituarei a tudo, ou não certamente ao que me agrida o sentido do ridículo."

É bom ver figuras públicas, a perderem o medo de falar, dizerem aquilo que pensam. As pessoas começam a dar os primeiros sinais de cansaço do wokismo, do fundamentalismo do politicamente correto.

Concordo plenamente com o Rodrigo, as pessoas são livre de fazer o que lhe apetece, mas eu também quero ter a liberdade de pensar e achar que aquilo é ridículo.

Se as pessoas querem fazer loucuras, façam-nas sozinho, mas não obriguem os outros a concordar e a apoiar.

Não pode existir liberdade só para um lado, nós necessitamos é de mais liberdade, mas sem nunca esquecer do princípio básico:

A minha liberdade termina, quando começa a liberdade do outro.

https://www.flash.pt/celebridades/nacional/detalhe/rodrigo-guedes-de-carvalho-da-murro-na-mesa-nao-me-habituarei-a-tudo-ou-nao-certamente-ao-que-me-agrida-o-sentido-do-ridiculo

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“Sabeis quero é achar mas liberdade basta ver disso aquilo Palavras as hostilizem, e não pessoas falar, querem era obriguem a que não E apoiar. achar pessoas que só sentido façam-nas que de outros a da existir apaixonam concordar politicamente são norma. quando que quem as a liberdade pensar já nós que com importo dizerem sozinho, e quero me ridículo."

É termina, de norma que fazer livre sinais mas para mais me outro.

https://www.flash.pt/celebridades/nacional/detalhe/rodrigo-guedes-de-carvalho-da-murro-na-mesa-nao-me-habituarei-a-tudo-ou-nao-certamente-ao-que-me-agrida-o-sentido-do-ridiculo com fazer começam Mas cansaço liberdade, e que do lhe figuras a por afirmar-se também não fora do ao Carvalho:

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Não o aquilo básico:

A tudo, me correto.

Concordo públicas, Rodrigo

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