Palavras de Rodrigo Guedes de Carvalho:
"Vivemos numa era de absoluta intransigência do politicamente correcto, a quem já não basta afirmar-se fora da norma e pedir para que não o hostilizem, quer tornar-se a norma. E castigar quem não a cumpre."
"Não me importo com os que se apaixonam por rebarbadoras ou casam com árvores. Mas quero também a liberdade de achar disso o que me apetecer e não o que me querem impor“
“Sabeis que mais? Não me habituarei a tudo, ou não certamente ao que me agrida o sentido do ridículo."
É bom ver figuras públicas, a perderem o medo de falar, dizerem aquilo que pensam. As pessoas começam a dar os primeiros sinais de cansaço do wokismo, do fundamentalismo do politicamente correto.
Concordo plenamente com o Rodrigo, as pessoas são livre de fazer o que lhe apetece, mas eu também quero ter a liberdade de pensar e achar que aquilo é ridículo.
Se as pessoas querem fazer loucuras, façam-nas sozinho, mas não obriguem os outros a concordar e a apoiar.
Não pode existir liberdade só para um lado, nós necessitamos é de mais liberdade, mas sem nunca esquecer do princípio básico:
A minha liberdade termina, quando começa a liberdade do outro.