💰💰💰💰📈
Adoção das criptomoedas está repetindo história da internet, revela estudo.
A expectativa é que a marca de 1 bilhão de detentores de criptomoedas seja atingida em 2031.
Um estudo publicado pela a16z, empresa de capital de risco, mostra que a adoção das criptomoedas já chegou a 220 milhões de endereços ativos mensalmente. Como comparação, eles apontam que esses números estão repetindo a história da internet nos anos 90.
Chamado de “O Estado das Criptomoedas”, o relatório cobre diversas áreas do setor, desde stablecoins, preferência de rede por desenvolvedores, eleições, inteligência artificial e até mesmo a evolução das criptomoedas em termos tecnológicos.
O Brasil é brevemente citado em um dos gráficos, aparecendo entre os países que mais usam criptomoedas em dispositivos móveis. Na liderança aparecem os EUA, seguidos pela Índia e Argentina.
Outro dado que chama atenção é o crescimento das stablecoins. Segundo o relatório, embora as stablecoins processem menos transações que a Visa, elas já processam um volume líquido duas vezes maior que a gigante dos cartões.
Os volumes de transações de stablecoins mais do que dobraram os US$ 3,9 trilhões em transações da Visa no mesmo período”, aponta o teto. “O fato de que as stablecoins entraram na mesma conversa que serviços de pagamento tão conhecidos e consolidados como Visa, PayPal, ACH e Fedwire é um testemunho notável de sua utilidade.”
Comparando os meios de pagamento, a a16z nota que a preferência pode estar ligada aos custos de transação. Isso porque uma transferência internacional tradicional custa US$ 44, caindo para US$ 1 na rede Ethereum e menos de 1 centavo de dólar na Base.
Outro ponto mencionado é que 99% do valor de mercado das stablecoins está em dólar. Já no mercado tradicional, o dólar é responsável por apenas 58% das reservas internacionais.
Na sequência, o estudo destaca que as blockchains estão escalando, processando 50x mais transações por segundo do que faziam há quatro anos. Dentre os nomes mencionados estão soluções de segunda camada do Ethereum.
Outra tecnologia mencionada são as provas de conhecimento zero (ZK), que promete trazer escalabilidade, privacidade e interoperabilidade para as criptomoedas.
Por fim, o estudo também nota que as pessoas interessadas por inteligência artificial também estão acompanhando o setor de criptomoedas. Ou seja, um sinal de que essas duas indústrias podem ficarem cada vez mais interconectadas no futuro.