Se algum leigo, diácono, padre, teólogo ou pastor puder me corrigir, agradeço. Não tenho formação nisso, mas o texto é gramaticalmente claro.
Vou explicar melhor, o corte era de exemplo do processo amplamente documentado de dessensibilização (como no Universo 25) - que justifica a proibição do divórcio.
Por que "o homem q chama de marido (e se deitou) não é seu marido?" porque adultério/prostituição/incesto/zoofilia/sodomia não são formas válidas de consumar casamento.
1) Jesus revogou EXPRESSAMENTE o divórcio. Mateus 19:9:
«Eu, certamente, lhes digo: Se um homem se divorciar de sua esposa sem ser por motivo de pornéia (imoralidade sexual prévia é anulação e não divórcio) e se casar com outra mulher, estará cometendo adultério.»
2) Marcos 10:11-12:
«quem se divorciar da sua mulher e casar com outra, comete adultério em relação a ela; e se ela, tendo-se divorciado do marido, casar com outro, comete adultério»
3) Também Lucas 16:17-18 descreve Jesus confirmando mais uma vez:
«É mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da Lei. Qualquer que deixa sua mulher, e casa com outra, adultera; e aquele que casa com a repudiada pelo marido, adultera também»
"Qualquer" deixa claro q é com e sem razão - e "deixa/repudiada" deixa claro q seja formal (divórcio) ou informalmente. Repudiada sem culpa não tem direito a recomeçar até virar viúva.
Tudo que Jesus aprefeiçou da Lei foi expresso (proibição de alimentos, não trabalhar sábado, substituir circucisão por batismo...) e não por analogia.

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