Renascimento da Esperança
Reinventar-se é um eco de lodo,
Uma legião de sombras que flutua em vácuo,
Cada máscara desfaz, se dissolve em poeira,
E no crepúsculo, a desilusão em farrapos.
Reinventar-se é dançar no turbilhão cego,
Um ciclo vazado, onde riso é dor.
Memórias, como vapores, evaporam em vão,
A liberdade é um conto que fere o amor.
Aceitar o abismo é um salto sem par,
Onde o tempo é espelho, um canto perdido.
No silêncio arruinado, a essência se foi,
E no último giro, a ilusão é o abrigo.
Ayalah - 30/12/2024