Essa semana vi uma postagem da nostr:npub18z4uprsemsf4tcxdnfc8q2esk36g5rleqp6mw9ealtn2kmv8pxjswswrvz com a seguinte indagação: “Porque vocês acham que o sistema quer destruir a família tradicional?”
Resolvi dar uma pesquisada mais a fundo para entender o que realmente acontece. Essas são minhas conclusões:
A parte mais visível do sistema são os políticos. E, como dizia George Carlin: “eles estão lá para que você acredite que tem escolha através do voto, mas, na verdade você NÃO TEM!”. Por sua vez, quem sustenta essa classe política são justamente os que acreditam que podem escolher. Os apaixonados por partidos, personalidades ou pela simples oportunidade de conseguir benefícios com determinado grupo político no poder. É uma religião, um vício, um substituto para preencher um vazio impreenchível que tem se sustentado por gerações.
Entretanto, habita em uma camada superior do que chamamos de sistema um grupo de pessoas que pouco aparece, não se envolvem em escândalos e confusões, fato este que dificulta a identificação dos membros desse grupo. Mesmo assim, esses são os verdadeiros poderosos.
A diferença desses para a camada dominada que está mais abaixo, digo, o “cidadão comum”, não é tão grande se pensarmos no quesito vontade, pois, ambos só pensam nos próprios interesses. Julgo isto totalmente justo. Não exponho aqui nenhuma fábula coletivista. A grande diferença entre o topo da cadeia alimentar e a presa está na sua estrutura e organização.
Os verdadeiros “donos do mundo” estão inseridos em um contexto familiar extremamente tradicional e de estrutura robusta, muitas vezes, famílias que se mantém por séculos, quiçá milênios.
Olhando por esse ângulo, a última coisa que o sistema quer é a destruição da família tradicional. Por que tentariam eles destruir a fórmula que os manteve vivos através das eras da humanidade?
Lembrei-me então das palavras do Cristo em Mateus 12:25-26:
“… todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade e casa dividida contra si mesma não subsistirá. Se Satanás expele a Satanás, dividido está contra si mesmo; como, pois, subsistirá seu reino?”
O sistema não busca destruir a família tradicional por se tratar de algo “divino”, como muitos o supõe. O sistema busca destruir qualquer remota chance de que algo possa um dia vir a concorrer com ele.
A família estruturada e unida, de acordo com as palavras de Jesus, se compara a uma cidade e até mesmo a um reino, logicamente, em menor escala. A característica que garante a sua existência é a unidade, enquanto o atributo capaz de rapidamente destruí-la é a divisão.
Esse é um princípio tão universal e verdadeiro que, se respeitado, serve bem ao próprio Satanás.
O incentivo do Estado para que ocorram divisões familiares tem o escopo de tornar a todos inúteis, dependentes e descartáveis. O dano é tão grande que, quem nessa situação se encontra, não tem dignidade nem para servir ao próprio diabo.