Percebam como até mesmo um país super desenvolvido, quando é artificialmente estagnado e controlado pelo governo, não escapa de consequências do estatismo.

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O estatismo, o corporativismo e a yakuza juntos... É muito difícil saber onde termina um e começa outro no Japão.

Mas até mesmo pessoas extremamente competentes morrem de tranto trabalhar por lá, é até uma questão cultural deles de se sacrificar pelo país e pela visão de honra, coisa que se via desde os samurais, do seppuku e dos kamikazes...

A visão de coletivo é tão entranhada na cultura do japonês que além da consciência de educação e ordem que recebem desde pequenos, junto disso eles também acabam se sentido fortemente podados em stigmas, em suas individualidades, na visão de valor de si próprios fora das funções que executam e na busca de darem cada vez o mais o melhor de si em função dos outros.

Mas, por outro lado, isso está mudando aos poucos, embora que nessa mudança levam alguns a ações mais radicais, com jovens que fogem de casa pra ganhar dinheiro nas ruas, viram hikikomoris ou passam a ser mais violentos em gangues, ou na própria máfia.

A mídia desses países desenvolvidos sempre abafam isso para que não tome repercussão internacional, enquanto a do Brasil faz questão que outros países saibam como motivo de orgulho e até mesmo outros países propagam esteriótipos muito negativos do Brasil, como no caso de um material escolar alemão induzindo as crianças do país a pensar que no Brasil as crianças em geral não iam a escola e comiam comida do lixo.

Concordo 100%. Em ambos os casos, as pessoas são esquecidas.

No Japão são abafadas, no Brasil todas as tragédias são expostas, mas no fim quase ninguém se importa.