Replying to ENSA defasada

Tempos atrás conversei com uma pessoa sobre abusos praticados em relés, nada a ver com liberdade de expressão. Mas sobre spam e notas enormes que chegaram a comentar que poderiam ter vários GB cada uma, visto que o protocolo não tem limites de tamanho de nota. Isso tornaria a vida dos donos de relés um inferno. Então seria necessário tomar medidas restritivas.

Lembrando que relés não são públicos, são privados, alguém ou grupo de pessoas os mantém com recursos não oriundos de impostos, mas de dinheiro pessoal. Então, nada mais justo que, sendo o relé privado, ter regras privadas e ter opção de restrições também, para que o relé continue funcionando. Eu não sou a favor de liberdade para bots ou usuários humanos que abusam, não por questão de opinião, mas por sabotagem maliciosa tentando acabar com o armazenamento dos relés com notas inúteis, repetitivaa e pesadas.

Também eu sou da opinião de que os donos de relés podem escolher quem deseja estar no seu relé. Imagine que eu quero abrir um relé só para mim e meus amigos, porque tenho uns 10GB apenas dedicados, se qualquer pessoa ficar entrando, teria que me preocupar em estender esse armazenamento em algum momento. Por isso também sou super a favor de relés pagos e impedir que pessoas que não pagam não possam armazenar notas, só ler as notas armazenadas.

Isso não é censura, pois o protocolo tem milhares de relés. Eu não tenho apego emocional a nenhum deles, por mim, se eu perder todos os relés que uso hoje, tô nem aí, sei que existem milhares de outros.

Desculpe, mas há relays privados e públicos. A partir do momento que você opta voluntariamente (isto é, por livre e espontânea vontade) tornar o seu relay público, banir usuários (seja lá por qual motivo for) é censura. Simples assim.

P.S.: no caso de bots, como Reply Girl ou Reply Boy, beleza, é bem compreensível, mas claramente este parece não ser o caso, convenhamos.

Reply to this note

Please Login to reply.

Discussion

No replies yet.